As principais características do livro são:
Adequado para o ensino de projeto
de banco de dados em cursos de graduação,
cursos de especialização e treinamento de
profissionais
Conceituação
rigorosa e um conjunto bem construído e fundamentado de
conhecimentos
Cobertura de todo o ciclo de vida de um
banco de dados, incluindo a modelagem conceitual, o projeto do banco
de dados relacional e a engenharia reversa tanto a partir de banco
de dados relacional, quanto a partir de arquivos e documentos
254 páginas, mais de 130
ilustrações, mais de 60 exercícios, índice
remissivo
Capítulo com soluções dos exercícios
com 44 páginas, incluindo a discussão de
vários estudos de caso abrangentes
Histórico das edições
Nesta quinta e sexta edições, o livro sofreu sua mais profunda revisão
desde seu lançamento. Houve alterações no projeto gráfico, na redação e no
conteúdo.
O projeto gráfico foi atualizado. Está muito mais moderno e tenho certeza de que ficou muito mais fácil de ler
Na redação, erros de gramática e ortografia foram corrigidos e
partes do texto foram reescritas, afim de aumentar a legibilidade.
Já no conteúdo, as principais alterações são as relacionadas a
seguir.
- Nas edições anteriores, procurei manter uma certa
consistência entre a abordagem entidade-relacionamento e a abordagem orientada a
objeto, tendo em vista que ambas as abordagens são importantes e coexistem na
prática. O ponto em que isto se refletia mais fortemente era
na apresentação da generalização/especialização. Para
manter a
consistência com a orientação a objeto, eu tratava somente da
generalização/especialização exclusiva, que é aquela
implementada na maioria das linguagens de programação OO.
Nesta edição, optei por incluir uma discussão mais completa da
generalização/especialização, apresentando também a generalização/especialização
compartilhada, visto que esta continua aparecendo na maioria
das variantes da abordagem ER e nas ferramentas CASE.
Esta modificação se refletiu principalmente na
Seção 2.5, que foi
completamente reformulada. Além desta seção, alguns exercícios
referentes ao assunto foram incluídos e outros modificados.
- A Seção 3.2, que discute critérios para determinar que
conceito da abordagem ER deve ser usado para representar um objeto de
uma realidade modelada, foi reformulada. Foi incluída a
Sub-seção 3.2.3, que discute quando usar uma entidade relacionada e
quando usar uma especialização. Também um exercício referente
ao tema foi incluído.
- Na discussão das variantes de notação diagramática de
modelos ER (Seção 3.4.1), incluí uma discussão da abordagem UML. Não se
trata aqui de uma apresentação completa desta abordagem. Muito mais,
procurei estabelecer uma relação entre os conceitos e a
notação gráfica da UML com os conceitos e a notação gráfica da
abordagem ER. Esta discussão me pareceu importante, dada a
proliferação de ferramentas CASE que suportam a abordagem.
- Na discussão das alternativas que podem ser usadas para a implementação de
relacionamentos em bancos de dados relacionais
(Seção 5.2.2 e seguintes), nas
edições anteriores, as alternativas eram classificadas nas
categorias:
``alternativa preferida'', ``pode ser usada'' e ``não usar''.
Entretanto, a classificação não era bem precisa e, na
categoria ``não usar'', apareciam tanto alternativas que não
fazem sentido do ponto de vista da abordagem relacional,
quanto alternativas de menor prioridade em relação às demais.
Por esta razão, os critérios de classificação e o
enquadramento das alternativas neste critérios foram revistos.
-
Alguns termos que estavam antiquados, como CIC ou CGC, foram atualizados.
[ Home page do
livro | Apresentação |
Professores
| Aquisição ]