{"id":13,"date":"2016-04-13T14:12:42","date_gmt":"2016-04-13T14:12:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.inf.ufrgs.br\/rondon\/?page_id=13"},"modified":"2021-02-01T13:23:41","modified_gmt":"2021-02-01T13:23:41","slug":"historico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.inf.ufrgs.br\/rondon\/?page_id=13","title":{"rendered":"Hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"<p>O Projeto Rondon \u00e9 o maior projeto de extens\u00e3o do pa\u00eds. Promovido pelo Minist\u00e9rio da Defesa e com o envolvimento de outros minist\u00e9rios, comemorando no ano de 2017 o seu Cinquenten\u00e1rio. Em 11 de julho de 1967, uma equipe formada por 30 universit\u00e1rios e dois professores do antigo Estado da Guanabara, conheceu de perto a realidade amaz\u00f4nica no ent\u00e3o territ\u00f3rio federal de Rond\u00f4nia. A primeira miss\u00e3o, batizada de Opera\u00e7\u00e3o Zero, teve a dura\u00e7\u00e3o de 28 dias. A esse movimento deram-lhe o nome de Projeto Rondon, em homenagem ao bandeirante do s\u00e9culo XX, o Marechal C\u00e2ndido Mariano da Silva Rondon. O Marechal Rondon, patrono da Arma de Comunica\u00e7\u00f5es do Ex\u00e9rcito Brasileiro, foi indicado ao Pr\u00eamio Nobel da Paz por duas vezes por seus esfor\u00e7os na integra\u00e7\u00e3o nacional, pela atua\u00e7\u00e3o na demarca\u00e7\u00e3o de fronteiras e pelo trabalho com os povos ind\u00edgenas brasileiros. Em 1989, o Projeto Rondon foi extinto. Por\u00e9m, muitos rondonistas seguiram atuando segundo o esp\u00edrito e os princ\u00edpios que norteavam o projeto, tendo sido criada a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Rondonistas, em 1990.<\/p>\n<p>Nesta primeira etapa da sua hist\u00f3ria, cujo lema era \u201cIntegrar para n\u00e3o Entregar\u201d, o Projeto Rondon tinha um perfil mais assistencialista, principalmente na \u00e1rea da sa\u00fade, de atendimento \u00e0s popula\u00e7\u00f5es mais carentes de regi\u00f5es remotas e de dif\u00edcil acesso do pa\u00eds. A crescente participa\u00e7\u00e3o de estudantes nas Opera\u00e7\u00f5es, a diversifica\u00e7\u00e3o das atividades e a presen\u00e7a em diferentes Estados brasileiros incentivou a implanta\u00e7\u00e3o de Campi Avan\u00e7ados. Esses campi eram bases de opera\u00e7\u00f5es mantidas pelas universidades, geralmente em Estados distantes de sua sede e em uma regi\u00e3o cultural bem diferente a fim de proporcionar aos estudantes contato com a diversidade cultural e socio-econ\u00f4mica do pa\u00eds. At\u00e9 o ano de sua extin\u00e7\u00e3o, em 1989, o Projeto Rondon possu\u00eda 22 Campi Avan\u00e7ados distribu\u00eddos pelo pa\u00eds. A UFRGS tinha o seu Campus Avan\u00e7ado em Porto Velho, RO, para a atua\u00e7\u00e3o dos seus acad\u00eamicos, docentes e discentes.<\/p>\n<p>Em 2005, o Projeto Rondon foi retomado pelo Minist\u00e9rio da Defesa a partir de uma iniciativa da Uni\u00e3o Nacional dos Estudantes (UNE). Nesta nova fase, o projeto passou a ter um car\u00e1ter mais educativo, com foco na forma\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as e multiplicadores, e de atua\u00e7\u00e3o mais abrangente, dividindo-se em duas frentes principais: Conjunto A envolvendo cultura, direitos humanos e justi\u00e7a, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade; e Conjunto B envolvendo comunica\u00e7\u00e3o, tecnologia e produ\u00e7\u00e3o, meio ambiente e trabalho. Recentemente, surgiu o Conjunto C (comunica\u00e7\u00e3o social) para a participa\u00e7\u00e3o de uma equipe universit\u00e1ria respons\u00e1vel pela cobertura de comunica\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o da Opera\u00e7\u00e3o. O Minist\u00e9rio da Defesa tem procurado realizar quatro Opera\u00e7\u00f5es anuais, sendo duas no m\u00eas de julho e outras duas no m\u00eas de janeiro, cobrindo de 10 a 15 munic\u00edpios em cada Opera\u00e7\u00e3o, com duas equipes universit\u00e1rias, atuando cada uma em um dos Conjuntos A e B.<\/p>\n<p>Nesta segunda fase, cujo lema tem sido \u201cO Brasil al\u00e9m dos Livros\u201d, a UFRGS participou da Opera\u00e7\u00e3o de Diagn\u00f3stico que marcou a retomada do Projeto Rondon, em 2005, quando uma equipe de quatro estudantes, acompanhados da professora Rosinha Machado Carrion, realizou um levantamento detalhado de informa\u00e7\u00f5es sobre o munic\u00edpio de Tef\u00e9, localizado a 600 km de Manaus, AM. Esse diagn\u00f3stico gerou um relat\u00f3rio que versa sobre os dados demogr\u00e1ficos da popula\u00e7\u00e3o de Tef\u00e9, suas condi\u00e7\u00f5es de infraestrutura, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, meio ambiente, economia e com\u00e9rcio, trabalho e cidadania e as pol\u00edticas p\u00fablicas que embasam as a\u00e7\u00f5es no munic\u00edpio. A UFRGS tamb\u00e9m participou efetivamente da Opera\u00e7\u00e3o Acre, realizada em outubro de 2005, tendo atuado no munic\u00edpio de Manoel Urbano, AC. A equipe de oito estudantes foi coordenada pelos professores Fernando Freitas Fu\u00e3o, Ivaldo Gehlen, Clary Sapirro e Maria Ceci Ara\u00fajo Misoczky.<\/p>\n<p>Em 2014, a UFRGS voltou a ter uma participa\u00e7\u00e3o efetiva no Projeto Rondon, tendo participado da Opera\u00e7\u00e3o Guararapes, realizada em Pedras de Fogo, PB, durante o m\u00eas de julho. A equipe foi coordenada pelos professores \u00c1lvaro Meneguzzi e Jos\u00e9 Fernandes Barbosa Neto. A partir de ent\u00e3o, a UFRGS participou de todas as opera\u00e7\u00f5es seguintes realizadas pelo Minist\u00e9rio da Defesa: Opera\u00e7\u00e3o Jenipapo, na cidade de Anajatuba, MA, em janeiro de 2015, sob a coordena\u00e7\u00e3o dos professores Andr\u00e9 Silva Carissimi e Andrea Troller Pinto; Opera\u00e7\u00e3o Bororos, no munic\u00edpio de Barra do Bugres, MT, em julho de 2015, e Opera\u00e7\u00e3o Forte dos Reis Magos, no munic\u00edpio de Serra Negra do Norte, RN, em julho de 2016, ambas sob a coordena\u00e7\u00e3o dos professores Andr\u00e9 Silva Carissimi e Renato Perez Ribas; Opera\u00e7\u00e3o Tocantins, no munic\u00edpio de Marian\u00f3polis do Tocantins, TO, em janeiro de 2017, sob a coordena\u00e7\u00e3o dos professores Aragon \u00c9rico Dasso J\u00fanior e Raquel Fraga S. Raimondo; e Opera\u00e7\u00e3o Serra do Cachimbo, em Terra Nova do Norte, MT, em julho de 2017, sob a coordena\u00e7\u00e3o dos professores Andr\u00e9 Silva Carissimi e \u00c1lvaro Meneguzzi.<\/p>\n<p>Nesses dois anos a partir do retorno da UFRGS ao Projeto Rondon, um grupo de docentes foi se consolidando com objetivo de estimular a participa\u00e7\u00e3o de professores e alunos da Universidade nessa atividade de extens\u00e3o universit\u00e1ria, contribuindo para a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica do estudante, proporcionando-lhe, por meio de participa\u00e7\u00e3o nas atividades do N\u00facleo e nas Opera\u00e7\u00f5es do Projeto Rondon Nacional, o conhecimento da realidade brasileira e o incentivo \u00e0 sua responsabilidade social.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.inf.ufrgs.br\/rondon\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/Artigo_Rondon_Primeira_Fase.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Link para texto complementar<\/strong><\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto Rondon \u00e9 o maior projeto de extens\u00e3o do pa\u00eds. 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